BusinessMarketing DigitalTecnologia da Informação
[ 24 de junho de 2019 by bgwconsultores 0 Comments ]

TI – Solução de Cloud hibrida reduz custos e traz eficiência

Implantar ou não uma solução de nuvem já não é mais uma questão de opção em boa parte das empresas, pois os benefícios desse tipo de infraestrutura estão mais que claros para qualquer gestor de TI ou CIO. O novo desafio agora é entender as opções disponíveis e escolher entre nuvem pública, nuvem privada e a nuvem híbrida.

E, segundo a consultoria Gartner, em 2020, 90% das organizações vão adotar a opção da nuvem híbrida. A justificativa para isso é a otimização de custos e aumento da eficiência, ainda que esse tipo de infraestrutura seja um pouco mais complexa que outras possibilidades.

Qual a diferença entre nuvem híbrida, pública ou privada?

A nuvem híbrida é uma utilização conjunta da nuvem pública e da nuvem privada, com o compartilhamento de dados e aplicativos entre elas. Mas para compreender melhor como esse tipo de infraestrutura realmente funciona, vale a pena primeiro conhecer o que são a nuvem pública e a nuvem privada.

Nuvens públicas são todos os serviços de computação em nuvem oferecidos por terceiros, como por exemplo a Amazon Web Services (AWS), o Microsoft Azure e Intune. Eles estão disponíveis para qualquer pessoa, normalmente em plano pagos, ainda que existam opções de serviços na nuvem, como o Google Drive, da Google.

A grande vantagem da nuvem pública é que o provedor de serviços é o responsável por todo gerenciamento, manutenção de hardwares e segurança. Com isso, o serviço pode ser quase que instantaneamente implantado em uma empresa e é totalmente escalonável: só se paga pelo que se utiliza e, caso seja preciso ampliar a infraestrutura, basta investir mais.

O custo da utilização da nuvem pública normalmente também será menor, já que não é preciso investir em equipamentos para ela e nem profissionais especializados para a sua manutenção.

Outra vantagem aqui é a mobilidade: qualquer pessoa de qualquer lugar e praticamente qualquer dispositivo consegue acessar a nuvem pública, desde que tenha as credenciais de acesso. Por outro lado, isso faz com que algumas empresas tenham uma certa desconfiança em relação a questão da segurança nas nuvens públicas.

A nuvem privada, por outro lado, é aquela oferecida em uma rede interna particular para apenas usuários selecionados. Ela também é chamada de nuvem interna ou nuvem corporativa, já que normalmente é confinada aos limites de uma organização.

A nuvem privada é capaz de fornecer benefícios como escalabilidade e elasticidade, além de permitir uma customização bem maior que a de uma nuvem pública. E a segurança dos dados aqui é reforçada pelos firewalls da empresa, além do hosting interno que vai garantir que terceiros não consigam acessar os documentos remotamente.

Por outro lado, como é necessário investir em equipamentos e uma equipe de TI dedicada a manutenção dessa infraestrutura, os custos de uma nuvem privada são muito semelhantes aos de um datacenter tradicional, o que pode ser desinteressante para empresas que querem uma economia mais drástica em seus custos com tecnologia.

Mas afinal, o que é a nuvem híbrida?

A nuvem híbrida é uma forma de aproveitar os benefícios de ambas as formas de nuvem com inteligência. Esse tipo de infraestrutura combina em um único ambiente todas as vantagens de privacidade e customização da nuvem privada com as reduções de custos e flexibilidades da nuvem pública.

Funciona da seguinte forma: ao optar por uma infraestrutura híbrida, uma empresa coloca parte dos seus serviços e dados na nuvem privada e outra parte na nuvem pública.

Transações financeiras e outras informações sensíveis, além de serviços críticos, podem ficar hospedados na parte privada do sistema, enquanto a pública recebe outros serviços e tarefas básicas que não são confidenciais.

Com isso, os arquivos mais importante ficam protegidos pelo firewall e outras restrições de acesso, ao mesmo tempo que outros serviços podem usufruir da portabilidade da nuvem pública.

A razão pela qual a nuvem híbrida deve ser a mais popular em 2020, segundo a previsão da Gartner, é a sua flexibilidade: cada organização pode escolher uma formatação dessa mistura que seja mais adequada para as suas necessidades, dimensionando com minuciosidade suas demandas de segurança, escalabilidade e elasticidade, além, é claro, do orçamento.

E uma outra vantagem muito interessante da nuvem híbrida é a possibilidade de realizar o chamado Cloud Bursting.

O que é o Cloud Bursting?

O Cloud Bursting é uma estratégia para lidar com picos de demanda de TI em uma infraestrutura de nuvem híbrida. Uma vez que essa configuração seja pré-definida, quando o tráfego ou utilização de uma nuvem privada chegar ao seu limite, o excedente é transportado para a nuvem pública imediatamente.

Isso impede a interrupção de serviços e garante uma espécie de redundância para a infraestrutura de nuvem de uma organização, ampliando a sua confiabilidade.

Além disso, essa é uma opção muito econômica: em vez de gastar dinheiro tentando prever a utilização de recursos e correr o risco de passar boa parte do tempo com uma capacidade desperdiçada, é possível simplesmente configurar o Cloud Bursting e só expandir sua infraestrutura privada se o excesso de tráfego se tornar algo frequente.

A nuvem híbrida é mais complexa?

É seguro dizer que uma infraestrutura de nuvem híbrida é bem mais complexa do ponto de vista da TI do que uma nuvem pública ou privada. Como esse formato, utiliza-se os dois serviços, é necessária, então, uma compreensão das fraquezas e vantagens de cada modelo, além das melhores formas de realizar a integração entre eles.

Outro desafio é com a compatibilidade de aplicações e serviços entre diferentes plataformas. Antes de pensar em configurar um Cloud Bursting, por exemplo, é decisivo ter certeza sobre a funcionalidade da demanda que será transferida, com testes práticos disso. Também é importante se certificar que nenhum tipo de dado será deixado para trás nesse processo.

Por outro lado, apesar de mais complexa, a nuvem híbrida certamente é mais eficiente em atender demandas variadas e flexíveis de organizações, o que significa que muito provavelmente seu custo será bem menor que o de uma nuvem privada apenas, e sua segurança maior do que a de uma nuvem pública.

E-Mail MarketingMarketing DigitalTecnologia da Informação
[ 13 de maio de 2019 by bgwconsultores 0 Comments ]

MKT – A importância de registrar o SPF (Sender ID) e DKIM (Domain Key)

O

que é e como funciona o SPF/SenderID?

SPF significa Sender Policy Framework. Trata-se de um método que permite ao detentor de um domínio especificar qual servidor (ou quais servidores) de email têm permissão para o envio de mensagens e a subsequente verificação pelo servidor de email que a recebe. Em outras palavras ele identifica para o provedor de email que quem está enviando aquela mensagem é mesmo você. Essa configuração previne que outras pessoas enviem emails no seu nome e isso ajuda a aumentar a taxa de entrega das suas campanhas de email maketing.

O próprio Código de Autorregulamentação para a Prática de Email Marketing recomenda a autenticação da conta através do SPF, conforme abaixo:

“CAPÍTULO IV – DOS PRÉ-REQUISITOS TÉCNICOS DO ENVIO
Art.9º. -Os servidores de envio que praticam atividade de envio de E-mail Marketing, deverão seguir os seguintes critérios tecnológicos:
[…] IV – Configurar o SPF (Sender Policy Framework) do e-mail utilizado como return-path;”

Configurar o SPF é extremamente importante para aquelas empresas que contratam plataformas de envio de e-mail marketing pois é necessário autorizar os servidores desta empresa contratada a enviar e-mails em seu nome (com seu domínio de e-mail). Não configurar o SPF pode permitir que outro servidor se passe por legítimo e envie e-mails em seu nome, com seu domínio de e-mail.

O que é e como funciona o DKIM/DomainKey?

DKIM significa Domain Keys Identified Mail. Refere-se a um sistema de autenticação criptografada do remetente que aumenta a integridade do email ao ser entregue em seu destino. É como se fosse uma chave pública presente no email e no DNS do servidor de origem do e-mail que mostra ao destinatário que aquele domínio é verdadeiro. Desta forma, ao configurar o DKIM os e-mails enviados vão com a chave de identificação do remetente e isso consequentemente aumenta a entrega do envio de e-mail marketing. 

A configuração do DKIM impede que ocorram falsificações nos domínios, através de um método bastante sofisticado que garante a integridade do conteúdo do e-mail, durante o envio do mesmo.

Funciona basicamente da seguinte maneira: Cada e-mail enviado inclui uma espécie de assinatura digital no cabeçalho da mensagem, sendo que cada assinatura é única e criptografada de forma que não pode ser falsificada. O servidor que recebe a mensagem faz uma pesquisa ao DNS do remetente e, quando a chave DKIM está configurada, este servidor consegue receber a chave pública daquele domínio que remeteu a mensagem para então descriptografar a assinatura e identificar que o remetente e a mensagem são autênticas.

As configurações de SPF e DKIM não são obrigatórias, porém influenciam diretamente na entrega de suas campanhas por funcionarem como autenticadores, fazendo com que seus emails não sejam classificados como Spam. Servidores como Hotmail, Gmail e Yahoo utilizam estes autenticadores, por este motivo estas configurações são consideradas essenciais para que você venha a obter um bom resultado com suas campanhas.

Deu para entender o a importância e o funcionamento do SPF e DKIM para quem envia e-mail marketing? 

Se você já configurou os mesmos, parabéns! Suas campanhas estão seguras e seus e-mails estão sendo entregues por serem enviados por um remetente confiável e autenticado.
Em caso de dúvidas não hesite em nos contatar para ajudar neste processo tão importante.


Como implatar o SPF da BGW Consultores e verificar se tudo correu bem? 

Aqui vamos dar o passo a passo que se aplica em qualquer provedor que seu site está hospedado.

1- Entre com o login e senha em seu acesso do provedor que hospeda seu web site;
2- Vá até o domínio que pretende autorizar os envios e clique em Gerenciador de DNS;
3- Provavelmente você já terá uma linha TXT com algum conteúdo parecido com este: v=spf1 include:spf.provedor.com.br?all
4-
Para incluir o SPF da BGW Consultores é só acrescentar o seguinte conteúdo: include:bgw.inf.br no meio da linha dando apenas um espaço. Ficaria assim:
v=spf1 include:spf.provedor.com.br include:bgw.inf.br ?all
5-
Se seu provedor não tiver uma linha TXT de SPF, inclua um nova linha no formato TXT e copie/cole a linha exatamente como desta forma:
v=spf1 include:bgw.inf.br ?all

Depois disso é só salvar e seu provedor irá informar o prazo para propagação do DNS no Registro.br (normalmente é de 48 a 72 horas).

Para verificar se está tudo certo aconselhamos abrir o site: https://www.kitterman.com/spf/validate.html

No primeiro item “Domain Name” digite o seu domínio autorizado para que a BGW Consultores envie e-mails com responsabilidade em nome de sua empresa.

Depois Clique em “Get SPF Record (if any)
Abrirá uma página e no final terá algo parecido com esta mensagem:

Found: v=spf1 a mx include:bgw.inf.br ~all 
evaluating…
SPF record passed validation test with pySPF (Python SPF library)!

Pronto! Você realizou e verificou que o registro SPF está ativo e suas campanhas de marketing via e-mail podem ser realizadas com total segurança, evitando que o domínio seja classificado com SPAM.