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[ 4 de julho de 2019 by bgwconsultores 0 Comments ]

O que são listas Opt-in e Soft-opt-in? Entenda a diferença.

Assim como em qualquer área da comunicação, existem diversas regras para trabalhar o e-mail marketing de forma não invasiva.
Em qualquer ação de e-mail marketing é obrigatório o consentimento do contato, implicitamente ou explicitamente.
As regras estão listadas no “Código de Autorregulamentação para prática de E-mail Marketing”.
Link ABEMD: https://abemd.org.br/codigo-de-autorregulamentacao-para-pratica-de-e-mail-marketing

A maneira mais recomendada é o OPT-IN:

O que é opt-in?
Opt-in é a autorização necessária para receber comunicações por e-mail de uma determinada empresa.

Seguindo as regras básicas nesta área, para que uma empresa efetue o envio de campanhas de email marketing é necessário que a mesma tenha uma base de contatos qualificada. Isso significa que todas as pessoas que estão incluídas nas listas de emails autorizaram o recebimento de emails com comunicados, newsletters e/ou promoções daquela empresa. O mais comum para captar emails de pessoas interessadas em ler e receber os comunicados de uma empresa é um campo dentro do próprio site para assinaturas e recebimentos de boletins informativos. Aqueles que tiverem interesse irão inserir seus dados nos campos solicitados e autorizar a empresa a enviar os e-mails.

Outra maneira muito utilizada para captação de leads é o SOFT-OPT-IN:

O que é soft-opt-in?
O soft-opt-in não conta com uma autorização explícita do contato mas é uma prática existente e permitida para captação de leads.

Esta maneira visa garantir o envio de comunicações por e-mail com pessoas que já tenham um relacionamento prévio estabelecido entre as partes. Esta opção não conta com um cadastro onde os interessados incluem seus dados e autorizam o envio de emails no site como o OPT-IN. O Soft-Opt-in entende que um relacionamento pertinente entre duas partes permite o envio de mensagens de email entre elas.

A montagem de uma lista de contatos através do Soft-Opt-in costuma ser feita através de contatos profissionais, geralmente em eventos ou feiras de negócios ou quando clientes e empresas se reúnem para trocar ideias e informações em geral (partner networking). Este tipo de inclusão de emails na base de contatos de uma empresa é legal e não é considerado SPAM.

Porém é sempre tero bom senso neste tipo de ação. Quando o representante de uma empresa for captar emails para crescer a base de contatos de sua empresa, o ideal é que converse com as pessoas e informe-as sobre a possibilidade de incluí-las no recebimento destes emails, para saber se elas concordam ou não com isto.
Uma forma interessante é incluir no rodapé ou cabeçalho do e-mail a opção de incluir o e-mail rementente como confiável em sua base de contatos.

Importante:
Em todas as comunicações é essencial o link de Opt-out (exclusão do e-mail da base de contatos).
Algumas pessoas se cadastram em um momento e se arrependem ou deixam de tratar aquelas mensagens como importantes.
O respeito e a real exclusão da base é necessário para atender o pedido do cliente e entender os motivos que levaram a remoção do recebimento dos boletins.
Somente desta forma legal e consciente é que as estratégias de comunicação por e-mail serão respeitosas e cada dia mais eficazes.

BusinessMarketing DigitalTecnologia da Informação
[ 24 de junho de 2019 by bgwconsultores 0 Comments ]

TI – Solução de Cloud hibrida reduz custos e traz eficiência

Implantar ou não uma solução de nuvem já não é mais uma questão de opção em boa parte das empresas, pois os benefícios desse tipo de infraestrutura estão mais que claros para qualquer gestor de TI ou CIO. O novo desafio agora é entender as opções disponíveis e escolher entre nuvem pública, nuvem privada e a nuvem híbrida.

E, segundo a consultoria Gartner, em 2020, 90% das organizações vão adotar a opção da nuvem híbrida. A justificativa para isso é a otimização de custos e aumento da eficiência, ainda que esse tipo de infraestrutura seja um pouco mais complexa que outras possibilidades.

Qual a diferença entre nuvem híbrida, pública ou privada?

A nuvem híbrida é uma utilização conjunta da nuvem pública e da nuvem privada, com o compartilhamento de dados e aplicativos entre elas. Mas para compreender melhor como esse tipo de infraestrutura realmente funciona, vale a pena primeiro conhecer o que são a nuvem pública e a nuvem privada.

Nuvens públicas são todos os serviços de computação em nuvem oferecidos por terceiros, como por exemplo a Amazon Web Services (AWS), o Microsoft Azure e Intune. Eles estão disponíveis para qualquer pessoa, normalmente em plano pagos, ainda que existam opções de serviços na nuvem, como o Google Drive, da Google.

A grande vantagem da nuvem pública é que o provedor de serviços é o responsável por todo gerenciamento, manutenção de hardwares e segurança. Com isso, o serviço pode ser quase que instantaneamente implantado em uma empresa e é totalmente escalonável: só se paga pelo que se utiliza e, caso seja preciso ampliar a infraestrutura, basta investir mais.

O custo da utilização da nuvem pública normalmente também será menor, já que não é preciso investir em equipamentos para ela e nem profissionais especializados para a sua manutenção.

Outra vantagem aqui é a mobilidade: qualquer pessoa de qualquer lugar e praticamente qualquer dispositivo consegue acessar a nuvem pública, desde que tenha as credenciais de acesso. Por outro lado, isso faz com que algumas empresas tenham uma certa desconfiança em relação a questão da segurança nas nuvens públicas.

A nuvem privada, por outro lado, é aquela oferecida em uma rede interna particular para apenas usuários selecionados. Ela também é chamada de nuvem interna ou nuvem corporativa, já que normalmente é confinada aos limites de uma organização.

A nuvem privada é capaz de fornecer benefícios como escalabilidade e elasticidade, além de permitir uma customização bem maior que a de uma nuvem pública. E a segurança dos dados aqui é reforçada pelos firewalls da empresa, além do hosting interno que vai garantir que terceiros não consigam acessar os documentos remotamente.

Por outro lado, como é necessário investir em equipamentos e uma equipe de TI dedicada a manutenção dessa infraestrutura, os custos de uma nuvem privada são muito semelhantes aos de um datacenter tradicional, o que pode ser desinteressante para empresas que querem uma economia mais drástica em seus custos com tecnologia.

Mas afinal, o que é a nuvem híbrida?

A nuvem híbrida é uma forma de aproveitar os benefícios de ambas as formas de nuvem com inteligência. Esse tipo de infraestrutura combina em um único ambiente todas as vantagens de privacidade e customização da nuvem privada com as reduções de custos e flexibilidades da nuvem pública.

Funciona da seguinte forma: ao optar por uma infraestrutura híbrida, uma empresa coloca parte dos seus serviços e dados na nuvem privada e outra parte na nuvem pública.

Transações financeiras e outras informações sensíveis, além de serviços críticos, podem ficar hospedados na parte privada do sistema, enquanto a pública recebe outros serviços e tarefas básicas que não são confidenciais.

Com isso, os arquivos mais importante ficam protegidos pelo firewall e outras restrições de acesso, ao mesmo tempo que outros serviços podem usufruir da portabilidade da nuvem pública.

A razão pela qual a nuvem híbrida deve ser a mais popular em 2020, segundo a previsão da Gartner, é a sua flexibilidade: cada organização pode escolher uma formatação dessa mistura que seja mais adequada para as suas necessidades, dimensionando com minuciosidade suas demandas de segurança, escalabilidade e elasticidade, além, é claro, do orçamento.

E uma outra vantagem muito interessante da nuvem híbrida é a possibilidade de realizar o chamado Cloud Bursting.

O que é o Cloud Bursting?

O Cloud Bursting é uma estratégia para lidar com picos de demanda de TI em uma infraestrutura de nuvem híbrida. Uma vez que essa configuração seja pré-definida, quando o tráfego ou utilização de uma nuvem privada chegar ao seu limite, o excedente é transportado para a nuvem pública imediatamente.

Isso impede a interrupção de serviços e garante uma espécie de redundância para a infraestrutura de nuvem de uma organização, ampliando a sua confiabilidade.

Além disso, essa é uma opção muito econômica: em vez de gastar dinheiro tentando prever a utilização de recursos e correr o risco de passar boa parte do tempo com uma capacidade desperdiçada, é possível simplesmente configurar o Cloud Bursting e só expandir sua infraestrutura privada se o excesso de tráfego se tornar algo frequente.

A nuvem híbrida é mais complexa?

É seguro dizer que uma infraestrutura de nuvem híbrida é bem mais complexa do ponto de vista da TI do que uma nuvem pública ou privada. Como esse formato, utiliza-se os dois serviços, é necessária, então, uma compreensão das fraquezas e vantagens de cada modelo, além das melhores formas de realizar a integração entre eles.

Outro desafio é com a compatibilidade de aplicações e serviços entre diferentes plataformas. Antes de pensar em configurar um Cloud Bursting, por exemplo, é decisivo ter certeza sobre a funcionalidade da demanda que será transferida, com testes práticos disso. Também é importante se certificar que nenhum tipo de dado será deixado para trás nesse processo.

Por outro lado, apesar de mais complexa, a nuvem híbrida certamente é mais eficiente em atender demandas variadas e flexíveis de organizações, o que significa que muito provavelmente seu custo será bem menor que o de uma nuvem privada apenas, e sua segurança maior do que a de uma nuvem pública.